Home
Telma de Souza
Mensagens
Contatos
 
SEÇÕES
Nenhum registro encontrado.
 
ARQUIVO
Fevereiro - 2012
Janeiro - 2012
Dezembro - 2011
Novembro - 2011
Outubro - 2011
Setembro - 2011
Agosto - 2011
Julho - 2011
 
 
NEWSLETTER
Informe seus dados no fomulário abaixo e receba gratuitamente informações do Blog da Telma em seu e-mail.
Nome
E-mail
 
  Busca
03/02/2012
DE CABEÇA NA POLÊMICA DAS SACOLINHAS PLÁSTICAS

Entrei de cabeça na polêmica das sacolinhas plásticas: acabo de apresentar um projeto de lei que obriga os supermercados e estabelecimentos afins a distribuir gratuitamente sacolas de papel aos consumidores, algo semelhante aos pacotes que eram bastante comuns até o início da década de 1990, e que foram substituídos justamente pelas agora ecologicamente incorretas sacolinhas plásticas.

O projeto prevê que as sacolas de papelão sejam recicláveis ou produzidas a partir de madeira de reflorestamento. Mais detalhes no meu site - www.redetelma.com.br. Sou contra as sacolinhas plásticas, mas também não quero que os consumidores sejam prejudicados. O que vocês acham?

comente (0)
 
16/01/2012
UMA QUESTÃO DE VISÃO

Ano passado solicitei formalmente ao Governo de São Paulo a construção de um posto fixo da Polícia Militar, de alvenaria, na entrada de Santos, exatamente no entroncamento entre a Via Anchieta e as avenidas Nossa Senhora de Fátima e Martins Fontes.

Certamente, um posto policial neste estratégico ponto seria de muita valia na operação que desbaratou o sequestro relâmpago de uma empresária santista na manhã de hoje.
A mulher teve a casa, no Jardim São Manoel, invadida, e foi obrigada a acompanhar os ladrões na fuga, em seu próprio veículo. A situação só foi controlada na subida da Serra, onde a Polícia Militar, com o apoio do helicóptero Águia, conteve os bandidos.

Por sorte, havia uma viatura na base provisória que a Polícia Militar mantém na entrada da Cidade, o que nem sempre acontece. Trata-se de um ponto provisório onde os policiais costumam ficar estacionados. A única proteção de que dispõem é uma tendinha de lona, semelhante às usadas por banhistas nas praias, que mal serve como abrigo nos dias de chuva. 

Há dois meses, o Governo de São Paulo respondeu à indicação feita por mim via Assembleia Legislativa: “No local em tela é mantido um Ponto de Estacionamento, havendo inclusive um toldo para abrigar os policiais militares e a viatura das intempéries.”

Ou seja, para o governo paulista, um toldo de lona é mais que suficiente para, além de oferecer segurança, abrigar os policiais da chuva, do vento, do calor e do frio. Hoje, constatou-se, mais uma vez, o quão essa base fixa se faz necessária no local. Só falta o Governo do Estado conseguir enxergar isso.

comente (1)
 
04/01/2012
A IDEIA ERA BOA. A PRÁTICA, UM DESASTRE

Nem bem foi lançado e o programa Roda São Paulo, do Governo do estado de São Paulo, já apresenta falhas inaceitáveis. Um grupo de turistas e moradores da região embarcou em São Vicente para conhecer Santos, Guarujá e Bertioga. Além de partirem com atraso, foram abandonados no Ferry Boat, sem conseguir conhecer Guarujá e Bertioga.

O estado mais rico da federação não pode protagonizar um fiasco desses! Essas pessoas pagaram R$ 10,00 de tarifa e jamais poderiam ter sido largadas à deriva. Além de prejudicial à imagem da nossa região, este episódio evidencia o mau uso das verbas públicas estaduais, que financiaram toda a estrutura operacional do malfadado programa, incluindo os recursos humanos.

A Baixada Santista está lutando com todas as suas forças para conseguir hospedar uma das seleções de futebol que participarão da Copa do Mundo de 2014. Para isso, o respaldo do Governo de São Paulo, com obras estruturais e o fomento do setor turístico, são essenciais.

Ao contrário disso, o que estamos vendo é uma absoluta falta de planejamento e organização, tudo o que não precisamos! Os próprios gerenciadosres do programa reconhecem ter havido um overbooking, ou seja, a venda de bilhetes acima da capacidade de atendimento. Erro primário, inaceitável.

Assim que os expedientes na Assembleia Legislativa de São Paulo retornarem, vou cobrar providências do governo estadual, por meio de requerimento de informações, para que as falhas do Programa Roda São Paulo, uma iniciativa  que tinha tudo para ajudar a desenvolver ainda mais a nossa Baixada Santista, sejam sanadas. Sem esquecer das pessoas que foram lesadas. No que depender de mim, o Estado irá reparar esses erros o mais rápido possível.

comente (0)
 
19/12/2011
MP VAI À JUSTIÇA CONTRA FECHAMENTO DE UTI DO GUILHERME ÁLVARO

A Coluna Dia a Dia do jornal A Tribuna traz hoje a informação de que o Ministério Público (MP), através do promotor da Infância e Juventude de Santos, Carlos Alberto Carmello Júnior, entrou na briga iniciada por mim na Assembleia Legislativa de São Paulo e ajuizou ação civil pública contra o Estado de São Paulo em razão do fechamento da UTI Pediátrica do Hospital Guilherme Álvaro (HGA).

Através de um pedido feito por mim, a Comissão de Saúde da Alesp realizou vistoria nas obras do HGA, cuja UTI Pediátrica está INTERDITADA há nada menos que seis meses, para uma reforma que parece não ter mais fm. A previsão de reabertura é só em janeiro do ano que vem. O deputado Marcos Martins (PT), presidente da Comissão de Saúde da Alesp, me acompanhou na visita técnica, realizada há um mês. Pelo que vimos, dificilmente o prazo será cumprido.

A ausência deste tipo de tratamento já fez vítimas, como uma menina de dois anos que veio de Cananeia, no Vale do Ribeira, passar por uma cirurgia digestiva. O caso dela se complicou e, sem o suporte de uma UTI, a criança faleceu.

O Hospital Guilherme Álvaro é referência para a Baixada Santista e Vale do Ribeira, regiões que, juntas, somam quase 2 milhões de habitantes. Esta situação é inaceitável! Ainda mais no estado mais rico da Federação. Parabéns ao MP e ao promotor Carlos Alberto Carmello Júnior. Meu mandato estará sempre à disposição para apoiar e defender os interesses da população.

comente (3)
 
16/12/2011
APOSENTADORIA PARA OS CAMINHÕES OBSOLETOS

Mais uma carreta tombou na subida do viaduto localizado em frente à Rua João Pessoa, em Santos, hoje, por volta das 12h40. É a segunda ocorrência da mesma natureza em dois dias. Segundo a Guarda Portuária, o acidente, muito comum nos arredores do cais da Cidade, foi causado por sobrepeso. Muito antigo, o caminhão não suportou o contêiner carregado com 25 toneladas.

Há cerca de um mês, apresentei, na Assembleia Legislativa de São Paulo, uma indicação para que o Governo de São Paulo crie uma política de incentivo à renovação da frota de caminhões que operam nos portos paulistas.

A ideia é simples: dar descontos ou até mesmo isentar do Imposto Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) os caminhoneiros que quiserem substituir seus modelos com mais de 20 anos de idade por novos.

Este incentivo à aposentadoria dos antigos caminhões que circulam nas zonas portuárias é essencial. Não raro, esses veículos, obsoletos, já não contam com itens obrigatórios de segurança. A maioria também já não atende às normas ambientais, como as que limitam a emissão de gases poluentes, prejudicando a qualidade de vida dos cidadãos.

O ICMS é um imposto estadual, portanto, cabe ao governador a decisão final sobre a implantação ou não dessa política de incentivo à renovação da frota de veículos pesados que circulam nas zonas portuárias. É um importante investimento em prol de segurança e saúde. Sem falar na otimização do transporte de cargas. Todo mundo tem a ganhar. Basta vontade política.

comente (0)
 
01/12/2011
AIDS: HÁ 20 ANOS, APENAS O COMEÇO

Parece que foi ontem, mas já faz 20 anos. Em 1991, tive a satisfação e o orgulho de estar à frente de uma equipe que tirou Santos da liderança de um ranking onde cidade nenhuma gostaria de figurar: a lista das cidades com o maior número de infectados pelo HIV, o temido vírus da Aids.

Se hoje, especialistas das áreas de epidemiologia e dependência química do mundo todo se ocupam com os debates para o enfretamento ao crack, há duas décadas o grande mal que assolava a humanidade era a Aids.

Transmitido pela corrente sanguínea, o HIV devasta o sistema imunológico de suas vítimas. Atualmente, ainda é altamente temido pelo fato de não haver uma cura conhecida. Porém, há duas décadas, a situação era muito pior: em primeiro lugar porque, diferente do crack, as drogas mais utilizadas à época eram injetáveis, potencializando o risco de contaminação pelas seringas compartilhadas.

O segundo fator que complicou, e muito, o cenário de enfrentamento à doença, foi o despreparo do poder público. A atual e bem-sucedida política de distribuição dos coquetéis de medicamentos que garantem aos portadores de HIV o controle da ação do vírus por décadas – gerenciada pelo Sistema Único de Saúde – ainda era um sonho.

Para piorar, a grande maioria dos governantes, em plenos confins dos anos 1980, além de não terem qualquer plano de combate à doença, possuíam uma visão distorcida de um problema que era, além de saúde pública, uma questão social. O resultado disso era uma atitude equivocada de tentar esconder uma degradante epidemia que não enxergava cor, credo ou classe social. Jogar para baixo do tapete, como se diz popularmente. E isso só contribuía para a marginalização dos portadores e suas famílias.

Assim, diante de um cenário completamente desanimador, iniciamos a Administração Democrática Popular, em Santos, sob a égide do Partido dos Trabalhadores, com a proposta de revolucionar o sistema público de saúde. Para o combate à Aids, a primeira atitude tomada foi assumir a condição de município campeão nacional de casos soropositivos. Só a partir daí foi possível colocar em prática um programa arrojado e ousado. Exatamente como a situação exigia.

A ideia era simples. Se o problema só fazia aumentar em razão do compartilhamento de seringas, a saída era atacar prioritariamente esse problema, uma vez que lidar com o vício em si era algo muito mais complexo.

Lembro como se fosse hoje que, num primeiro momento, choveram críticas. E pesadas. A distribuição de seringas para minimizar os riscos de contaminação, assim como a de preservativos, resultou em mandados de prisão para o nosso então secretário de Saúde, doutor David Capistrano Filho, e o coordenador de Combate à DST-Aids, doutor Fábio Mesquita (que hoje trabalha pela Organização Mundial de Saúde no combate à Aids no Vietnã), sob a acusação de incentivo ao uso de drogas.

Mas foi com medidas polêmicas como esta que começamos a vencer a cruel guerra contra a Adis em Santos, cujas primeiras glórias vieram em 1991, com a saída de Santos do topo da lista das cidades brasileiras com maior número de soropositivos. Hoje, 20 nos depois, sinto uma imensa gratificação por Santos ser lembrada, em todos os lugares por onde passo, como a cidade que teve a coragem de enfrentar tudo e todos ao bancar essa luta.

Assim, acredito, devem se sentir os profissionais que faziam parte da Prefeitura nesta época. Especialmente em todo 1º de dezembro, Dia Mundial de Combate à Aids, tenho a certeza de que cumprimos nosso dever de agentes públicos e, acima de tudo, de cidadãos.

Infelizmente, a Aids ainda não tem cura, mas o cenário nacional  é outro. O Sistema Único de Saúde (SUS) oferece tratamento antirretroviral a 97% dos brasileiros diagnosticados com Aids. Certamente, vamos atingir a totalidade em pouco tempo.

Em Santos, há um retrocesso, lamentavelmente. A cidade apresenta números alarmantes da doença e, neste momento, ocupa a liderança estadual em quantidade de casos, proporcionalmente ao número de habitantes. São 4.592 registros de pessoas infectadas com o vírus.

A luta precisa recomeçar urgentemente, sob pena de se jogar por água abaixo todas as conquistas já alcançadas! É hora, também, de tratar, com o mesmo arrojo da Aids, a grande epidemia que ameaça o futuro das novas gerações: o crack. Ambas precisam de uma equipe preparada, com espírito vanguardista e alta capacidade de planejamento e execução. Inovação e coragem também são fundamentais.

Já passou da hora de virar esse jogo, novamente.

comente (1)
 
01/12/2011
CAPOEIRA ESCOLA VENCE PRÊMIO COMUNIDADE EM AÇÃO

Hoje, rendo homenagens ao meu assessor de Esportes, Mestre Márcio, coordenador do projeto Capoeira Escola, vencedor do prêmio do Comunidade em Ação, promovido pelo Jornal a Tribuna, na categoria Individual. A premiação ocorreu na noite de ontem.

O Capoeira Escola trabalha com crianças e adolescentes portadores de deficiência física e/ou mental, promovendo a inclusão social. É um projeto magnífico, que conta com o apoio do Espaço Cultural Telma de Souza, que funciona na zona Noroeste de Santos.

Considero a capoeira uma atividade fundamental na formação dos jovens, pois une nossos jovens às raízes africanas e ensina civilidade e cidadania, além de evitar a aproximação com as drogas.

Sou tão fã da capoeira que, quando prefeita de Santos, institui o programa Capoeira na Escola, em todas as unidades de ensino, incluindo nas atividades estudantis a prática. Parabéns, Márcio!

comente (0)
 
30/11/2011
E A FATURA CHEGOU

A edição de hoje do jornal Metro (Santos) traz uma triste constatação: estudo do Sebrae e da Petrobras mostra que boa parte das micro e pequenas empresas da Baixada Santista não está preparada para fornecer serviços para o setor. Faltam de engenheiros civis e ambientais a fornecedores de peças industriais. A reportagem elenca ao menos 22 setores deficientes em relação à indústria do petróleo e gás na Baixada Santista.

Há 11 anos eu alertei para a existência de petróleo e gás na Bacia de Santos. Fui extremamente ridicularizada por adversários políticos que, alienados e desinformados, se utilizaram de um expediente egoísta e míope: sem ao menos checar a informação para somar forças em prol do planejamento da Região, optaram por usar a arma dos omissos, desqualificando o meu discurso.

Hoje, pouco mais de uma década depois, torna-se evidente que a Baixada Santista paga o preço dessa irresponsabilidade política. As manchetes são cruéis, apontam que dos R$ 2 milhões que a Petrobras investiu em compras no último ano, apenas 5% ficaram com empresas da Baixada Santista, ou seja, R$ 100 mil.

Esses milhões que escoaram pelo ralo poderiam ter ajudado a gerar empregos, fomentar negócios e estimular a cadeia de negócios e a capacitação dos nossos jovens, que continuam migrando para a Capital e outras regiões para desenvolver carreiras talentosas e promissoras.

Esses milhões gerariam receitas tributárias que incrementariam os cofres das prefeituras da Baixada Santista. Na prática, isso significa que cerca de 1,5 milhão de pessoas deixaram de desfrutar de benfeitorias importantes no sistema de saúde, na política habitacional, no transporte público e na mobilidade urbana, entre outros setores.

Caso a Baixada Santista tivesse se planejado com vistas à indústria do petróleo e gás, as riquezas do pré-sal, talvez, já fossem uma realidade hoje, e não apenas um sonho de possibilidades. Seria algo concreto, e não apenas projetos. Se a Baixada Santista tivesse conduzido os milhares de estudantes que formou na última década a cursos técnicos e profissionalizantes voltados aos setores que hoje se mostram deficitários na Região, hoje não teríamos nas manchetes da imprensa a triste constatação que ficamos apenas com as migalhas dos investimentos de uma multinacional do porte da nossa Petrobras.

Posso garantir que em todos os mandatos que exerci – como prefeita, vereadora, deputada estadual e deputada federal –, mas, essencialmente, por conta da minha condição de educadora, procurei privilegiar, com muito empenho e seriedade, o desenvolvimento da Baixada Santista e a capacitação dos nossos jovens. É triste concluir que, infelizmente, foram poucos os agentes públicos que trilharam esse mesmo caminho.
Onze anos depois, a fatura chegou. É o preço da omissão em um passado recente.

comente (0)
 
1 2 3 ... 54 Próxima
Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo - Palácio 9 de Julho
Av. Pedro Álvares Cabral, 201, Ibirapuera, São Paulo - CEP 04097-900
Gabinete da 4 ª Secretaria: sala 2063, 2º andar. Telefone (11) 3884-9210

© 2010 - Todos os direitos reservados

Desenvolvimento: KBRTEC