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19/04 |
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| A GLOBO PODE MAIS? PARTE II |
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Do blog de Luís Nassif
A campanha explícita da Globo
Aqui, o encerramento do comercial da Globo, em que ela anuncia mais saúde, mais educação e “pode mais” e essa coincidência de seus 45 anos de vida representarem o mesmo número do PSDB nas cédulas eleitorais.

E aqui, o rodapé do vídeo, no qual o Youtube coloca vídeos similares:

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19/04 |
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| O DESMONTE DA SAÚDE |
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Principal manchete do jornal A Tribuna, acompanhada por extensa matéria em páginas centrais, aponta hoje (19/04) as graves deficiências do sistema de saúde municipal. Bem específica, a reportagem levanta os principais problemas enfrentados pela população que recorre às Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e aos PS, enfatizando, inclusive, que a triagem feita pelas UNBs é essencial para evitar o agravamento de muitas doenças e a sobrecarga da estrutura de retaguarda de internação hospitalar, com consequente amortização dos custos para o sistema geral de atendimento. Nesse particular, é mencionado, com destaque, que esse modelo de saúde pública, que tem na prevenção seu principal mote, foi implantado, pioneiramente em Santos, pelo saudoso médico sanitarista David Capistrano Filho, secretário de Saúde na época em que fui prefeita (1989/1992) e que seria também meu sucessor na Prefeitura. A reportagem só não explica, já que os ténicos municipais consultados se omitem em esclarecer os motivos, por que esse sistema, que, inclusive, serviu de modelo para o sistema de saúde brasileiro, devido aos êxitos obtidos em Santos, deixou de apresentar os resultados positivos de antes, dando lugar, ao contrário, a uma crise no setor que se agrava a cada dia. O motivo da crise, porém, é simples, as administrações que sucederam a mim e a David no comando da administração municipal de Santos realizaram, por motivos meramente político-partidários, um verdadeiro desmonte do sistema que existia até então. Os frutos de tal irresponsabilidade estão estão colhidos agora, com a população sendo penalizada por isso.
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19/04 |
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| A GLOBO PODE MAIS? |
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Do blog de Luís Nassif:
Globo: como afrontar o TSE e se tornar uma ameaça real
Por Stanley Burburinho
A TV Globo lançou domingo 18/04/2010, depois do Fantástico um jingle comemorativo dos 45 anos da empresa. Colocou vários artistas cantando: “Nós podemos mais.”
Coincidências:
1 – o slogan da campanha do Serra é: “O Brasil pode mais.”
2 – o jingle é comemorativo dos 45 anos da Globo. O número 45, por coincidência, é o número do PSDB.
Por que no ano passado não fizeram um jingle para comemorar os 44 anos da Globo? Não me lembro da Globo ter comemorado os 35 anos de idade com um jingle.
Abaixo, o vídeo do jingle, aliás, disponibilizado em tempo recorde no Youtube
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11/04 |
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| DILMA: "AQUELE PAÍS TRISTE FICOU PRA TRÁS." |
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"Companheiros e Companheiras do ABC.
Estou aqui hoje e quero aproveitar este momento para me identificar com maior clareza. Os da oposição precisam dizer quem são. Vocês sabem quem eu sou, e vão saber ainda mais. O que eu fiz, o que planejo fazer e, uma coisa muito importante, o que eu não faço de jeito nenhum. Por isso gostaria de dizer que:
1 Eu não fujo quando a situação fica difícil. Eu não tenho medo da luta. Posso apanhar, sofrer, ser maltratada, mas estou sempre firme com minhas convicções. Em cada época da minha vida, fiz o que fiz por acreditar no que fazia. Só segui o que a minha alma e o meu coração mandavam. Nunca me submeti. Nunca abandonei o barco.
2 Eu não sou de esmorecer. Vocês não me verão entregando os pontos, desistindo, jogando a toalha. Vou lutar até o fim por aquilo em que acredito. Estarei velhinha, ao lado dos meus netos, mas lutando sempre pelos meus princípios. Por um País desenvolvido com oportunidades para todos, com renda e mobilidade social, soberano e democrático;
3 Eu não apelo. Vocês não verão Dilma Rousseff usando métodos desonestos e eticamente condenáveis para ganhar ou vencer. Não me verão usando mercenários para caluniar e difamar adversários. Não me verão fazendo ou permitindo que meus seguidores cometam ataques pessoais a ninguém. Minhas críticas serão duras, mas serão políticas e civilizadas. Mesmo que eu seja alvo de ataques difamantes.
4 Eu não traio o povo brasileiro. Tudo o que eu fiz em política sempre foi em defesa do povo brasileiro. Eu nunca traí os interesses e os direitos do povo. E nunca trairei. Vocês não me verão por aí pedindo que esqueçam o que afirmei ou escrevi. O povo brasleiro é a minha bússola. A eles dedico meu maior esforço. É por eles que qualquer sacrifício vale a pena.
5 Eu não entrego o meu país. Tenham certeza de que nunca, jamais me verão tomando decisões ou assumindo posições que signifiquem a entrega das riquezas nacionais a quem quer que seja. Não vou destruir o estado, diminuindo seu papel a ponto de tornar-se omisso e inexistente. Não permitirei, se tiver forças para isto, que o patrimônio nacional, representado por suas riquezas naturais e suas empresas públicas, seja dilapidado e partido em pedaços . O estado deve estar a serviço do interesse nacional e da emancipação do povo brasileiro.
6 Eu respeito os movimenos sociais. Esteja onde estiver, respeitarei sempre os movimentos sociais, o movimento sindical, as organizações independentes do povo. Farei isso porque entendo que os movimentos sociais são a base de uma sociedade verdadeiramente democrática. Defendo com unhas e dentes a democracia representativa e vejo nela uma das mais importantes conquistas da humanidade. Tendo passado tudo o que passei justamente pela falta de liberdade e por estar lutando pela liberdade, valorizo e defenderei a democracia. Defendo também que democracia é voto, é opinião. Mas democracia é também conquista de direitos e oportunidades. É participação, é distribuição de renda, é divisão de poder. A democracia que desrespeita os movimentos sociais fica comprometida e precisa mudar para não definhar. O que estamos fazendo no governo Lula e continuaremos fazendo é garantir que todos sejam ouvidos.
Democrata que se preza não agride os movimentos sociais. Não trata grevistas como caso de polícia. Não bate em manifestantes que estejam lutando pacificamente pelos seus interesses legítimos.
Companheiras e companheiros,
Aquele país triste, da estagnação e do desemprego, ficou pra trás. O povo brasileiro não quer esse passado de volta.
Acabou o tempo dos exterminadores de emprego, dos exterminadores de futuro. O tempo agora é dos criadores de emprego, dos criadores de futuro.
Porque, hoje, o Brasil é um país que sabe o quer, sabe aonde quer chegar e conhece o caminho. É o caminho que Lula nos mostrou e por ele vamos prosseguir. Avançando.
Com a força do povo e a graça de Deus."
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10/04 |
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| DESCASO COM ESCOLAS |
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Os problemas de manutenção nas escolas municipais, infelizmente, continuam, como se pode comprovar pelo estado da Ayrton Senna da Silva, no Marapé, que, na última terça-feira (06/04), suspendeu a aula de seus 550 alunos, já que a Prefeitura não havia realizado os reparos necessários na unidade.
A necessidade de um programa permanente de manutenção dos colégios municipais foi um dos principais resultados das vistorias que, como presidente da Comissão Permanente de Educação da Câmara, fiz a vários estabelecimentos da cidade, ao longo do ano passado. Aliás, em audiência pública que realizamos no último dia 23 de junho de 2009, houve uma promessa formal, partida do então secretário de Obras, Antônio Carlos Gonçalves, de que o problema seria tratado de forma prioritária pela administração, o que, como vemos, não aconteceu.
As escolas municipais continuam não contando com um programa específico de manutenção, até porque, recentemente, a tarefa de reparos na Ayrton Senna foi repassada à recém-criada Secretaria Municipal de Serviços Públicos (Seserp), cujo titular, Carlos Alberto Tavares Russo, admite que não conta com mão de obra suficiente para realizar não apenas esse trabalho, mas também os pequenos reparos necessários em outras escolas, policlínicas e até vias públicas.
A Seserp, surgida a partir de um desmembramento da antiga Secretaria de Obras, conta com apenas 280 funcionários para executar todas essas tarefas. Nos cálculos dos técnicos do setor, esse número deveria ser de entre 500 e 600 funcionários. Agora, se pergunta, como é que o prefeito João Paulo Tavares Papa aprova uma reformulação administrativa e funcional desse porte se atentar para a infraestrutura que tal modificação exige?
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10/04 |
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| APAGANDO INCÊNDIOS (MOLHADOS) |
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O recente período de chuvas causou, como sempre, os problemas já conhecidos em Santos, com ênfase, obviamente, nos bairros da Zona Noroeste, onde os alagamentos se transformaram em ocorrência crônica há décadas. Contudo, não foi apenas essa região da cidade a "contemplada" pelas enchentes, já que a grande maioria dos bairros foi afetada.
Para a Zona Noroeste, a Prefeitura anuncia, "para breve", o início das obras do Santos Novos Tempos, um programa que prevê trabalhos de urbanização e macrodenagem naquela parte da cidade e que conta com financiamento do Banco Mundial. Para o resto do município, o ex-secretário de Obras e atual secretário de Infraestrutura e Edificações, Antônio Carlos Silva Gonçalves, anunciou esta semana que a Prefeitura vai contratar uma empresa para efetuar serivços de drenagem superficial e subterrânea, além de pavimentação, nos 415 quilômetros de vias públicas da cidade, onde esses serviços se fizeram necessários.
Edital para a contratação de empresa para o trabalho foi publicado no Diário Oficial, prevendo um contrato de três anos e investimentos de R$ 45 milhões. De acordo com Gonçalves, a "expectativa" é que as obras comecem no segundo semestre.
O interessante nessa história toda é que, antes do término de seu governo, em 1996, o então prefeito David Capistrano Filho deixou pronto um projeto de macrodrenagem para acabar com as enchentes da Zona Noroeste, indicando até os caminhos a serem percorridos para que o município viabilizasse o financiamento para tal, devido ao alto investimento necessário para a empreitada. Nada, nas três administrações que se seguiram, foi feito nesse sentido. Já no caso dessa revisão geral na drenagem dos demais bairros da cidade, anunciada agora pelo secretário de Infraestrutura e Edificações, há longo tempo a rede de drenagem da cidade vem demonstrando, a cada chuva um pouco mais forte, que está necessitando de um redimensionamento urgente. A urgência, contudo, vai começar a ser atendida, provavelmente, se tudo der certo, lógico, no segundo semestre deste ano.
Indaga-se, portanto, se administrar é apenas apagar incêndios ou, principalmente, prevê-los e evitá-los? Ao que parece, a atual administração, em vários setores, opta pela primeira alternativa.
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